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terça-feira, 27 de setembro de 2011

E por Falar em Rock in Rio...

Tenho ouvido muitas críticas às  últimas edições do Rock in Rio e, em especial, à atual.
Não sou especialista em música, mas gosto de ouvir.
Gosto de ficar por dentro desse fantástico universo, embora não me arrisque a enfrentar a loucura de um movimento desse porte nem se me pagarem muito dinheiro.
Assim, bisbilhotei um ou outro programa de TV, assisti alguns clips de artistas que eu conhecia de outros carnavais, quero dizer, de outros  Rock in Rio. Busquei informações sobre as novidades e selecionei para representar o maior show de música que o Brasil produz, aquele que considero  sempre irrepreensível no estilo elegante de fazer shows: Elton John. Fiquem com ele, ouçam Rocket Man e depois me contem!
  

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Sonhos


Eu estava ansiosa com tantas atividades em andamento que resolvi largar tudo e, por uns instantes, fechar os olhos e seguir Akira Kurosawa  nos seus Sonhos dentro da indescritível beleza dos “delírios” de Van Gogh.  Veja que belo!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

A ARTE DE SALVADOR DALI.


A semelhança entre a figura de Narciso e a imagem da mão de pedra e do ovo leva-as a se fundir numa espécie de imagem dupla ."

Dali decidiu pintar o instante da transformação de Narciso em flor .Na parte esquerda do quadro , um jovem ajoelhado mira o próprio reflexo nas águas .
A medida que o expectador olha para essa imagem , decodificando a complicada pose dos joelhos e dos braços , vai ficando evidente que ela tem um formato exatamente igual à imagem da parte direita , que mostra uma mão de pedra que segura um ovo de onde nasce um narciso . Uma vez percebida essa forma , tendo a vista percorrido toda a superfície da tela , torna-se difícil retornar a Narciso sem rever involuntariamente , projetada sobre seu corpo , a imagem da pedra segurando o ovo . É o seu destino . A punição ocorre enquanto o espectador vê a pintura . É o expectador o responsável pela metamorfose de Narciso.

Fonte:
http://nanamada.blogspot.com/2007/06/arte-e-psicanlise-freud-e-salvador-dali.html

domingo, 18 de setembro de 2011

Filme Histórico





Sr.Carlos Murilo, primo de JK, faz a entrega da medalha ao professor da UnisulVirtual Charles Cesconetto


Uma foto registra a reação de um dos personagens políticos mais emblemáticos da históriado Brasil ao ler a manchete do jornal: “Cassado JK”, em letras maiúsculas. Diante da notícia, em 1964, Juscelino Kubitschek decidiu sair do país e se mudar para a França.

Esse período da vida do ex-presidente que construiu Brasília, antes registrada por poucas imagens e restrita a memória de amigos e conhecidos, é tema do documentário “JK no exílio”, produzido e dirigido pelo coordenador do curso de Tecnologia em Multimídia Digitalda UnisulVirtual, Charles Cesconetto.

O pré-lançamento do filme ocorreu na cidade de Diamantina (MG), onde nasceu JK, dia 12 de setembro, data em que completaria 109 anos. No evento, Cesconetto recebeu a medalha JK, que foi instituída em 2005 e se destina a premiar o mérito cívico de personalidades e entidades que tenham prestado serviço de excepcional relevância à coletividade do Município, do Estado e do País.

O diretor considerou a medalha um prêmio pelo filme e a dedicou a toda a equipe, além de dividi-la principalmente com Carlos Alberto Maciel, idealizador do documentário, e a Maria Alice Gomes Berengas, secretária de JK na ocasião do exílio e principal fonte de informações.

O filme de 51 minutos começou a ser rodado em 2008 e foi finalizado no fim de 2010. Mostra cenas na capital francesa, no Rio de Janeiro e em Brasília e traz depoimentos inéditos de pessoas próximas a JK, como o jornalista Carlos Heitor Cony e a filha Maria Estela Kubitschek.

Personalidades como a escritora Maria Maria Adelaide Amaral já deram depoimentos sobre a produção: “JK no Exílio é um documentário brilhante e sensível sobre uma fase sofrida e praticamente desconhecida na vida de Juscelino Kubitschek”, afirmou ela.

O lançamento oficial do filme ocorre no próximo domingo, 18, no Museu Nacional, em Brasília.

Sinopse: Em 1964, depois de ter seus direitos políticos cassados, Juscelino Kubitschek teve que seguir pelos caminhos do exílio. Este episódio, um dos mais dramáticos em sua vida, é aqui reconstituído a partir dos relatos de amigos, parentes e, principalmente, por meio do testemunho de sua secretária, Maria Alice, exilada até hoje. Cenas únicas de JK no exílio, recuperadas nos arquivos franceses, fotos e cartas nos proporcionam uma viagem no tempo. Este documentário é uma homenagem a JK e à sua fiel secretária no exílio.


Fonte: Site Unisul Virtual acessado em 17/09/2011.
www.unisulvirtual.com.br

sábado, 17 de setembro de 2011


Lógica da exclusão I - Deus mora na gramática.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

POESIA

JOEL E CARMITA

Charles Fonseca



Teus anos já são sessenta
De casados sob o amor
Baluartes contra a dor
Sois exemplo para quem entra

No doce convívio casal
No drama do que é humano
Ser mais que ter cada ano
Juntos até o final

Desta vida que de abrolhos
Que também é de ventura
Vossa herança é a pura
Vivência, abrem-nos olhos.

FOTOGRAFIA

MEUS PAIS COM OS NETOS
NO DIA EM QUE FIZERAM 60 ANOS DE CASADOS.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

AS VANTAGENS DE ESTUDAR LÓGICA.

Há duas vantagens principais conferidas pelo estudo da lógica. Primeiro, o indivíduo com conhecimento de lógica tem mais facilidade em organizar e apresentar suas ideias. Ele distingue entre o essencial e o não essencial, usando raciocínio claro e coerente para transmitir suas conclusões às outras pessoas. O uso da lógica na pesquisa facilita a fundamentação nas conclusões das investigações, nos dados obtidos, aumentando-se assim tanto a inteligibili­dade do relatório quanto a credibilidade das conclusões. Além disso, a lógica ajuda o indivíduo a aprimorar seu raciocínio, ao refletir sobre suas ideias.
Segundo, a lógica facilita a análise das ideias apresentadas por outros. O não iniciado frequentemente se perde em argumentos complexos e, mesmo em casos mais simples, confunde as premissas e as conclusões, rejeitando ou aceitando argumentos através de reações não bem refletidas. Não questiona­mos a naturalidade nem a importância de reações emocionais em diversas situações, inclusive como elementos importantes na argumentação. Às vezes, os sentimentos, emoções e percepções subjetivas de indivíduos devem ocupar um lugar central na argumentação. Muitas vezes, porém, a maneira pela qual se resolve questões reflete uma influência excessiva e negativa do envolvimento psicológico do indivíduo, o que pode levar a posições irrefletidas e distorcidas.
O principiante de lógica frequentemente contesta ideias não fundamentais num argumento e questiona casos apresentados para servirem apenas como exemplos ilustrativos que poderiam ser perfeitamente substituídos por outros, sem afetar basicamente a estrutura do argumento. Como no jogo de xadrez, o iniciante não tem uma visão clara da estrutura do jogo e do significado dos movimentos do outro, atacaiïdo peças protegidas e deixando de enxergar os pontos fracos – fazendo o que o grão-mestre enxadrista Bobby Fischer cha­mava de “empurrar os toquinhos” -, o neófito em argumentação deixa de compreender a estrutura subjacente às afirmações dos argumentos, tratando cada afirmação como uma
ideia isolada.
O pensador com experiência em argumentação, entretanto, reduz as ideias ao seu essencial, sabendo que, muitas vezes, um discurso de meia hora pode ser resumido em 5 ou 6 frases que “captam” aquilo que o falante argu­mentou. Quem tem essa capacidade terá muito mais facilidade em debater as ideias apresentadas e, se discordar de algumas delas, saberá refutá-las ao invés de atacar cegamente o argumento todo de uma vez.
Artigo do Livro Senso Crítico, do dia-adia às ciências humanas. David W Carraher. Ed Cengage Learnin, retirado do blog  

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Reflexão sobre o Sentir e o Existir.

Suely Monteiro

Curiosamente ao  refletir sobre o sentir e sua importância  fundamental para o existir humano, me vejo de volta ao passado, ao tempo em que o homem possuía somente rudimentos de inteligência.
Observo o quanto o sentir era fundamental para ele que deveria abrigar-se de todos os perigos naturais das regiões agrestes em que vivia.
Seu corpo era seu termômetro. Através dos sentidos -  instrumento maior do seu corpo-,  ele ouvia e identificava o  tamanho da tempestade que se aproximava.
Reconhecia a fera que deveria ser abatida apenas pelo reconhecimento de suas pegadas.
Por seus sentidos ele sabia os dias.  Sabia o momento certo para sua cria vir à luz, sabia o momento de plantar  e de colher.
Seus sentidos eram guias seguros para o enfrentamento das grandes distâncias. 
Toda a inteligência dos sentidos era utilizada por ele.
Com o decorrer do tempo, as formas físicas foram aperfeiçoadas, o corpo sutilizado e a inteligência desenvolvida somaram para superar os sentidos em importância.
O homem  passou a pensar os sentidos muito mais do que a utilizá-los. 
A inteligência criou instrumentos que foram suprindo suas necessidades e ultrapassando o desempenho dos sentidos para a sua proteção, sua segurança, sua sobrevivência. 
As máquinas, os computadores, os carros e tantas outras construções da modernidade abafaram os sentidos, que foram esquecidos, adormecidos,  adormecendo o corpo.
Um corpo adormecido é similar a um corpo sem vida, um  corpo morto. Por isto, é necessário acordar os sentidos, esses velhos companheiros  de jornada. Realinhá-los com a inteligência em papel de igualdade, para que eles possam ajudar na condução da vida com mais equilíbrio, mais sensações e mais vitalidade.  Nossos olhos, nossos sensores de tato, nossas percepções sensoriais do mundo são nossos mapas que refletem o outro o nos dão a dimensão de sua importância na nossa formação.
Sentir o outro é reencontrar-nos no mais íntimo de nós mesmos. Através do outro   identificamos o modelo de nós mesmos e através da nossa aceitação do outro construímos com base no modelo refletido.
Sentir o corpo, reconhecer o belo, admirar o novo não se faz somente com a razão, com a inteligência, mas, também, com a força anímica dos sentidos. 
A virtualidade  moderna  não pode dispensar os sentidos; precisa revivê-los, dar-lhes importante status próprios, redefinindo seus papéis para evitar que no futuro, homens cada vez mais fragmentados,  se psicotizem e se transformem em monstros perigosos.

domingo, 4 de setembro de 2011

Filosofia da Ciência

A filosofia da ciência consiste no estudo da natureza da própria ciência, entendendo-se por natureza os métodos, conceitos, pressuposições e o seu lugar num esquema geral de disciplinas.
Esta vertente filosófica divide-se, sumariamente, em três domínios:
a) o estudo do método, da natureza, dos símbolos científicos e da sua estrutura lógica;
b) classificação e definição dos conceitos da ciência; e o
c) estudo dos limites das várias ciências com o objectivo de especificar as relações entre elas.
Nos últimos anos, surgiram outros problemas como o das relações sociais da ciência, ou seja, a sua relação com a sociedade do momento, em termos políticos, laborais, artísticos , religiosos ou morais.


Texto recebido via e-mail.
Se vc  for o autor, queria se identificar que farei a referência.
grata.
Suely

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Jean Jacques Rousseau.






ENSINAR A PENSAR.


Immanuel Kant

Espera-se que o professor desenvolva no seu aluno, em primeiro lugar, o homem de entendimento, depois, o homem de razão, e, finalmente, o homem de instrução. Este procedimento tem esta vantagem: mesmo que, como acontece habitualmente, o aluno nunca alcance a fase final, terá mesmo assim beneficiado da sua aprendizagem. Terá adquirido experiência e ter-se-á tornado mais inteligente, se não para a escola, pelo menos para a vida.
Se invertermos este método, o aluno imita uma espécie de razão, ainda antes de o seu entendimento se ter desenvolvido. Terá uma ciência emprestada que usa não como algo que, por assim dizer, cresceu nele, mas como algo que lhe foi dependurado. A aptidão intelectual é tão infrutífera como sempre foi. Mas ao mesmo tempo foi corrompida num grau muitíssimo maior pela ilusão de sabedoria. É por esta razão que não é infrequente deparar-se-nos homens de instrução (estritamente falando, pessoas que têm estudos) que mostram pouco entendimento. É por esta razão, também, que as academias enviam para o mundo mais pessoas com as suas cabeças cheias de inanidades do que qualquer outra instituição pública.
[...] Em suma, o entendimento não deve aprender pensamentos mas a pensar. Deve ser conduzido, se assim nos quisermos exprimir, mas não levado em ombros, de maneira a que no futuro seja capaz de caminhar por si, e sem tropeçar.
A natureza peculiar da própria filosofia exige um método de ensino assim. Mas visto que a filosofia é, estritamente falando, uma ocupação apenas para aqueles que já atingiram a maturidade, não é de espantar que se levantem dificuldades quando se tenta adaptá-la às capacidades menos exercitadas dos jovens. O jovem que completou a sua instrução escolar habituou-se a aprender. Agora pensa que vai aprender filosofia. Mas isso é impossível, pois agora deve aprender a filosofar. [...] Para que pudesse aprender filosofia teria de começar por já haver uma filosofia. Teria de ser possível apresentar um livro e dizer: “Veja-se, aqui há sabedoria, aqui há conhecimento em que podemos confiar. Se aprenderem a entendê-lo e a compreendê-lo, se fizerem dele as vossas fundações e se construírem com base nele daqui para a frente, serão filósofos”. Até me mostrarem tal livro de filosofia, um livro a que eu possa apelar, [...] permito-me fazer o seguinte comentário: estaríamos a trair a confiança que o público nos dispensa se, em vez de alargar a capacidade de entendimento dos jovens entregues ao nosso cuidado e em vez de os educar de modo a que no futuro consigam adquirir uma perspectiva própria mais amadurecida, se em vez disso os enganássemos com uma filosofia alegadamente já acabada e cogitada por outras pessoas em seu benefício. Tal pretensão criaria a ilusão de ciência. Essa ilusão só em certos lugares e entre certas pessoas é aceita como moeda legítima. Contudo, em todos os outros lugares é rejeitada como moeda falsa. O método de instrução próprio da filosofia é zetético, como o disseram alguns filósofos da antiguidade (de zhtein). Por outras palavras, o método da filosofia é o método da investigação. Só quando a razão já adquiriu mais prática, e apenas em algumas áreas, é que este método se torna dogmático, isto é, decisivo. Por exemplo, o autor sobre o qual baseamos a nossa instrução não deve ser considerado o paradigma do juízo. Ao invés, deve ser encarado como uma ocasião para cada um de nós formar um juízo sobre ele, e até mesmo, na verdade, contra ele. O que o aluno realmente procura é proficiência no método de refletir e fazer inferências por si. E só essa proficiência lhe pode ser útil. Quanto ao conhecimento positivo que ele poderá talvez vir a adquirir ao mesmo tempo — isso terá de ser considerado uma consequência acidental. Para que a colheita de tal conhecimento seja abundante, basta que o aluno semeie em si as fecundas raízes deste método.

Texto retirado de “Anúncio do Programa do Semestre de Inverno de 1765-1766” da coletânea de textos Theoretical Philosophy, 1755-1770 (edição de David Walford e Ralf Merbote, Cambridge University Press, 1992), pp. 2:306-7.
Fonte:
http://ateus.net/artigos/ceticismo/ensinar-a-pensar/


FOTOGRAFIA


Abro um parêntese nos estudos de Filosofia para prestar homenagem a um grande pai.
À mesa o homenageado com seus lindos cabelos brancos abre-se em sorriso para as câmeras, na certeza de que ao longo dos anos tem sido um pai para quem os filhos estão sempre em primeiro lugar.
Nossa família, feliz, celebra esse dia estendendo esta homenagem ao todos os pais de nossa terra.
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Comédia Antiga

Aristóteles, ao afirmar que a imitação é parte da natureza humana (Arist. Po. 1448a-b), pontuou que, enquanto a tragédia mostrava os homens melhores do que eram, a comédia imitava mostrando os homens piores do que são...
Não se sabe ainda qual a origem exata desse gênero cômico, mas foi sem dúvida em Atenas que as condições políticas, econômicas e sociais favoreceram seu pleno desenvolvimento. As representações cômicas em Atenas começaram oficialmente nas Dionísias Urbanas[1] de -486, porém cenas pintadas em vasos mostram que elas já existiam bem antes disso.

O mais antigo formato cômico de que temos notícia segura é o da "Comédia Antiga" e a mais antiga comédia que chegou até nós, da autoria de Aristófanes, data de -425. Conhecemos a Comédia Antiga, desse modo, somente através de seus momentos finais, o período que corresponde aproximadamente à Guerra do Peloponeso (-431/-404).

A Comédia Antiga se caracterizou pela sátira direta aos políticos do momento, aos cidadãos proeminentes e às insituições da cidade. Eram notáveis, ainda, os temas fantásticos e a caracterização extravagante do coro. Havia também uma parte característica da representação, a parábase, situada mais ou menos no meio da peça, quando o coro suspendia parcialmente a ilusão dramática e se dirigia diretamente ao público.
Para nós, mais de 2.400 anos depois, a Comédia Antiga é sinônimo de Aristófanes, o único poeta de quem temos comédias completas. Suas duas últimas comédias, representadas entre -400 e -388, mostram já o esgotamento do gênero: o coro desapareceu e há apenas vestígios da parábase. Essa fase, conhecida entre os eruditos por "Comédia Intermediária", prenuncia o novo estilo cômico da "Comédia Nova" helenística.
Notas
1.       As dionísias urbanas eram uma das mais importantes festas religiosas de Atenas. Era dedicada ao deus Dioniso e celebrada todos os anos no início da primavera — fins de março e início de abril —, no mês conhecido por elaphebolión (gr. ἐλαφηβολιών). Durava seis dias e consistia em procissão solene, sacrifícios, concurso de poesia ditirâmbica, concurso de tragédias e concurso de comédias. Além dos atenienses, comparecim à festa gregos de outras cidades e até estrangeiros aliados de Atenas
Fonte
http://greciantiga.org/arquivo.asp?num=0255

PLUTÃO


Plutão, em Roma, era o nome do deus grego Hades, deus do submundo. Irmão de Júpiter, Netuno, Ceres, Vesta e Juno, faz parte da primeira geração dos deuses olímpicos.

De acordo com a mitologia, quando os três filhos de Cibele e Saturno fizeram a partilha do universo, Netuno ficou com os mares, Júpiter tomou posse do Olímpo, e Plutão ficou conseqüentemente com os Infernos (também chamado Hades). O deus governou o reino da morte sozinho até se apaixonar pela bela deusa Proserpina.

Embora o relacionamento entre os dois parecesse ter começado mal, pois Plutão sequestrou a deusa separando-a de sua família deixando-a inconsolável, sua união era calma e amorosa, ao contrário do casamento de seus irmãos Jupíter e Juno.

Embora identificado com Hades, o deus grego do mundo dos mortos, representa o seu aspecto benfazejo, e presidia as riquezas agrícolas. Hades era tão temido que ninguém ousava pronunciar seu nome, e quando era para se referir a ele, usavam outras definições. Dentre muitas, a mais conhecida é Plutão.

Por bastante tempo, o apelido substituiu o verdadeiro nome de Hades, dando origem ao deus romano.
  Fonte:
 http://www.espiritualismo.hostmach.com.br/mitologia_greco_romana_6.htm

OBRA DE ARTE

OBRA DE ARTE
Amores na bela Capital Catarinense.