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terça-feira, 2 de março de 2010

ARTE


ABAPORU - TARSILA AMARAL ( 1928)

HOMENAGEM

TOBIAS BARRETO E A FILOSOFIA
Qual um improvável pensador no sertão tropical, o Abaporu representa o brasileiro rústico, de pés no chão e dentro de sua condição natural, a "deglutir" seus próprios pensamentos.

A história da filosofia no Brasil envolve essa improbabilidade, representada pelo esforço sobre-humano de um sergipano mulato e pobre, nascido na Vila de Campos, sertão do Rio Real, e que foi o grande responsável, na segunda metade do século XIX, pela atenção à língua alemã para o estudo da cultura moderna, especialmente para o estudo da filosofia.

Esta figura heroica da filosofia brasileira, Tobias Barreto, como que deglutiu a doutrina de Kant no intuito de assimilar a moderna perspectiva da filosofia emancipada, contrariamente à filosofia tutelada que prevalecera no Brasil, ao longo de dois séculos, sob a Ratio Studiorum.

Ele também conhecia perfeitamente o Latim, além das línguas francesa e inglesa, e produziu uma grande parte de seus textos filosóficos no município de Escada, no interior de Pernambuco.
Fonte:

http://textosdefilosofiabrasileira.blogspot.com/2008/07/o-mundo-interior-89.html

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

MÚSICA GREGA ANTIGA


FRAGMENTOS DE MÚSICA GREGA ANTIGA

FILOSOFIA: ERASMO DE ROTERDÃ


A PERFEIÇÃO POR MEIO DO CONHECIMENTO

Erasmo criticava as escolas de seu tempo, em geral administradas por clérigos que baseavam sua pedagogia em manuais imutáveis, repetições de conceitos e princípios de disciplina com traços de sadismo. O filósofo via nos livros um imenso tesouro cultural, que deveria constituir a base do ensino.

"Para Erasmo, a linguagem era o começo de toda boa educação, já que é sinal da razão humana", afirma Cézar de Toledo. Não se trata apenas de alfabetização e leitura, mas de interpretar os textos criticamente, prática que os humanistas e reformadores religiosos introduziram na história da pedagogia. Erasmo acreditava que um bom aprendizado das artes liberais até os 18 anos prepararia o jovem para entender qualquer coisa com facilidade. Como todo humanista, o pensador holandês defendia a possibilidade de chegar à perfeição por via do conhecimento. "Erasmo prenuncia novos rumos para a pedagogia ao deter um olhar mais acurado na infância", diz Toledo. Para o filósofo, ao ensinar era necessário levar em conta a pouca idade da criança – e por isso cercá-la de cuidados específicos – e também a índole de cada uma. O programa pedagógico do pensador era generoso, mas de modo algum democrático. Segundo ele, apenas a instrução religiosa deveria ser para todos, enquanto os estudos das artes liberais estariam restritos aos filhos da elite, que futuramente teriam cargos decisórios.

fonte:

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

REFLEXÃO

Se você seguir o exemplo da maioria das pessoas desta era decadente, terminará sendo exatamente como elas: uma fraude perfeita.
Você vai gastar sua vida perseguindo o inalcançável.
Será como as crianças que estão tão ocupadas brincando que ficam indiferentes à fome, ao frio e não notam o dia passando; até que escurece, elas subitamente lembram de suas mães e começam a chorar.
Dilgo Khyentse Rinpoche (Tibete, 1910 - Butão, 1991)

FOTOGRAFIA: MÃE E FILHA.


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

ESTILO

CÔCO ANTES DE CHANEL

Uma artista de cabaré com voz fraca que canta para uma plateia de soldados bêbados…
Uma humilde costureira que conserta bainhas nos fundos de uma alfaiataria de cidade pequena…
Uma cortesã jovem e magricela, a quem seu protetor, Etienne Balsan, oferece um refúgio seguro, em meio a um ambiente de decadência…
Uma mulher apaixonada que sabe que nunca será a esposa de ninguém, recusando-se a casar até mesmo com Boy Capel, o homem que retribuiu seu amor.

Uma rebelde que considera as convenções de sua época opressoras e prefere usar as roupas dos homens com quem se envolve…
Esta é a história de Gabrielle “Coco” Chanel, que começa a vida como uma órfã teimosa, e, ao longo de uma jornada extraordinária, se torna a lendária estilista de alta-costura que personificou a mulher moderna e se tornou um símbolo atemporal de sucesso, liberdade e estilo.

Fonte: http://cafehistoria.ning.com/

CIÊNCIA

Malária pode ter matado Tutancâmon, sugere DNA

Nem queda de biga, nem golpe na cabeça, nem envenenamento encomendado. Tutancâmon, o mais famoso soberano do Egito antigo, morreu provavelmente de complicações de uma fratura no fêmur e de uma infecção grave por malária.
A conclusão é da análise patológica mais completa já feita na múmia do jovem faraó, publicada hoje por pesquisadores do Egito, da Alemanha e da Itália na revista médica "Jama".
Durante dois anos, o grupo fez análises de DNA, tomografias computadorizadas e medições exaustivas em Tutancâmon e outras 15 múmias.
Destas, dez eram aparentadas com o rei-menino, morto em 1324 a.C. aos 19 anos.
Zahi Hawass, o onipresente chefe do Conselho de Antiguidades do Egito e líder da pesquisa, diz que os novos dados permitem descartar a hipótese de que Tutancâmon tenha sido assassinado a mando de seu vizir, Aye --que queria tomar-lhe a mulher, Anquesenâmon.
"Uma fratura repentina na perna, possivelmente causada por uma queda, pode ter resultado em um estado potencialmente fatal, quando uma infecção por malária ocorreu", escreveram Hawass e colegas.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

FILOSOFIA: KARL MARX.

O TRABALHADOR E A ALIENAÇÃO.
É claro que a especialização no trabalho não atinge apenas as ferramentas, mas também aos trabalhadores. Das indústrias aos supermercados, das lojas às redações de jornais, os trabalhadores desempenham funções, tarefas, especialidades. Imagine alguém que chega a uma empresa às 9h da manhã e até o momento em que vai embora, às 18h, passa o dia inserindo valores de notas fiscais em um sistema de gestão empresarial. Minuto a minuto, hora a hora, dia a dia, a "vida" desta pessoa se resume a isto. O que vocês acham que acontece com o espírito da pessoa que vive semelhante experiência? Marx, em seu livro "Crítica da filosofia do direito de Hegel" [São Paulo: Boitempo Editorial, 2005], assinala que ao executar uma atividade sem sentido e ao perceber que a maior parte do ganho de seu trabalho vai para outra pessoa e não para ele, o trabalhador "se desliga" do que faz, ou seja, rompe os vínculos afetivos com o que está fazendo, alienando a si mesmo em relação ao trabalho. Este processo de alienação - sobre o qual falaremos mais vezes pois é bastante revelador - faz com que o trabalhador, como afirma Marx, não considere o trabalho a sua vida e fuja do trabalho "como quem foge da peste" assim que tem uma oportunidade. Você pode achar esta afirmação exagerada, mas basta vermos os mega-congestionamentos em estradas e aeroportos toda vez que há um feriado prolongado para compreendermos que a alienação apontada por Marx atinge hoje proporções inimaginadas. Será por esta razão - a alienação do trabalhador em relação ao trabalho - que as empresas impedem que os empregados usem livremente a internet? Pense a respeito. Me pediram um bom site com textos de Marx. Segue um onde você encontra textos de Marx e vários outros marxistas dignos desse nome: www.marxists.org/.
Fonte: http://marx-hoje.blogspot.com/2007/09/o-trabalhador-e-alienao.html

CINEMA - DEAR JOHN.

domingo, 31 de janeiro de 2010

FILOSOFIA DA RELIGIÃO


«Desencadeou-se, então, um grande turbilhão de vento, e as ondas arrojavam-se contra o barco»

Evangelho segundo S. Marcos 4,35-41.
Comentário de Santo Agostinho

Também nós navegamos num lago onde não falta vento nem tempestades; as tentações quotidianas deste mundo quase submergem a nossa barca. Donde vem tudo isso, senão do facto de Jesus estar a dormir? Se Jesus não estivesse adormecido dentro de ti, não sofrerias tais tempestades, mas fruiriras de uma grande tranquilidade interior, porque Jesus velaria contigo. Que quer isto dizer: «Jesus está adormecido»? Significa que a tua fé em Jesus está caída no sono. As tempestades do lago levantam-se: vês os maus a prosperar e os bons sofrer ; é uma tentação, um entrechocar de ondas. E, na tua alma, dizes: «Ó meu Deus, é isto a Tua justiça, prosperarem os maus e ficarem os bons abandonados ao sofrimento?» Sim, dizes tu Deus: «É esta a Tua justiça?» E Deus responde: «É isso a tua fé? O que te prometi de facto? Fizeste-te cristão para singrares neste mundo? Atormentas-te com o destino dos maus, aqui, quando não conheces o seu destino no outro mundo?»Qual o motivo de falares assim e de seres sacudido pelas ondas do lago e pela tempestade? É porque em ti Jesus dorme; quero com isto dizer que a tua fé em Jesus adormeceu no teu coração. Que farás para seres libertado? Acorda Jesus e diz-Lhe: «Mestre, estamos perdidos». As incertezas da travessia do lago atribulam-nos; estamos perdidos. Mas Ele depertará, quer dizer, a tua fé voltará; e, com a ajuda de Jesus, reflectirás no teu coração e notarás que os bens concedidos hoje aos maus não durarão. São bens que se lhes escaparão durante a vida ou que terão de abandonar no momento da morte. A ti, pelo contrário, o que te for prometido ficar-te-á para a eternidade [...]. Vira pois as costas àquilo que cai em ruína, e volta o teu rosto para o que permanece perene. Quando Cristo acordar, a tempestade já não te sacudirá o coração, as ondas não afundarão a tua barca, porque o vento e as ondas ficarão sob o comando da tua fé, e então o perigo desaparecerá.
Fonte:

domingo, 24 de janeiro de 2010

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Liberdade, Igualdade, Fraternidade.

COMPROMISSO COM A PAZ MUNDIAL - MADRI - ESPANHA 2009.

A Essência e a Existência Humana em Cristo, segundo Karl Jasper.

O ser em sua existência é limitado, finito e alienado, portanto distante do seu Criador, o qual é essência.
Compreende-se, porém que por o homem por sua semelhança à imagem de Deus traz consigo esta mesma essência, a qual busca Deus.
Assim se estabelece um paradoxo, na medida em que a mesma existência que aliena é também a única possibilidade de aproximação de Deus.
A existência em sua tentativa de auto-satisfação, não consegue preencher o vazio da separação de Deus, mas o encontro com a essência é que efetivamente atenderá as exigências do ser limitado.

Jesus Cristo é a essência, como parte da Trindade que se faz homem, portanto Ele representa a única possibilidade de satisfação na existência.
Jesus Cristo se deixa reconhecer em uma realidade finita e não seria o Cristo se aqueles que o esperavam não o tivessem recebido como o Messias.

Naturalmente há também uma recepção de fé, caso contrário seria somente mais um profeta em meio a tempos difíceis, um homem religioso, um outro Cristo, cujo valor seria unicamente histórico. Entretanto, as pesquisas históricas nos levam às primeiras comunidades, as quais eram impregnadas de seus próprios costumes, suas tradições e idéias.
Jesus apresentado por estas comunidades estaria restrito e limitado por sua versão. Portanto a existência do Cristo é uma opção de fé.
Fonte: http://existencialismo.sites.uol.com.br/jasper.htm

OBRA DE ARTE

OBRA DE ARTE
Amores na bela Capital Catarinense.