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sábado, 17 de julho de 2010

ARTE: PINTURA.

Dama servindo chocolate - Jean Etienne Liotard - 1702-1778.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

SEGUNDO PERIODO DE FILOSOFIA: ESCOLAS SOCRÁTICAS MENORES.

ESCOLA CIRENAÍCA OU HEDONISTA
Tem como fundador Aristipo (c.335-355 a.C.), estabelecido em Atenas, mas proveniente de Cirene, rica colônia grega no Norte da África. Posteriormente fundou uma escola na citada Cirene. Teve como discípula, sua filha Aretea, que por sua vez foi mestra de Aristipo, o Jovem (também seu filho). Com precedentes heraclíteos e orientação hedonista, a escola cirenaica dará origem no futuro ao epicurismo (vd), de onde sua importância.

Calcula-se que Aristipo fosse jovem ao tempo de Sócrates, a quem ouvira em Atenas, e um pouco mais velho que Platão, falecendo também pouco antes deste.

Terá sido um sofista, quer pela sua mentalidade sensista, quer pelo seu procedimento de mestre com salário; temperamento capaz de adaptações, Aristipo foi o primeiro discípulo de Sócrates que passou a cobrar por suas lições.
No curso de suas viagens, esteve em Atenas e passou algum tempo em Siracusa, onde talvez houvesse conhecido o trabalho de Platão.
Dado que seus discípulos são bem mais recentes, supõe-se, que a escola de Cirene, da qual é fundador, a houvesse instalado nos seus últimos anos. Os historiadores a classificaram como socrática menor (ao lado da megárica e cínica) em vista de se haver ocupado da moral.
A base do pensamento de Aristipo é materialista e sensista, com raízes no jônico Heráclito e no sofista Protágoras. A virtude da ética de Aristipo é o habito de bem gozar o prazer. Os seus numerosos escritos terão servido aos filósofos seguintes, mas desapareceram, deixando raros fragmentos, todavia muitas referências.

Conservou a ironia socrática, sem perder a forma hedonista:
"Um dia lhe perguntou Dionísio:
- porque os filósofos vão bater à porta dos ricos e estes não batem à porta dos filósofos?
- É, disse, porque esses sabem do que têm necessidade, e os ricos não o sabem" (D. Laércio II).

A Escola de Elis, menos significativa, foi depois transferida para Eretria.


Pleitanos de Elis (ou Plistenes) (4-o sec. a.C.), foi chefe da Escola de Elis, situado cronologicamente entre Fedon e Menedemo, antes que a instituição fosse transferida para Eretria. Nada mais se sabe dele, senão o que é dito em comum sobre a mencionada escola socrática menor.
Fonte:

sábado, 3 de julho de 2010

MÚSICA: JOSHUA BELL SEM ETIQUETA E SEM PREÇO.

SEGUNDO PERIODO DE FILOSOFIA: ESCOLAS SOCRÁTICAS MENORES.

ESCOLA CÍNICA
Tem os seus precedentes no sensismo dos sofistas, o qual, combinado com a frugalidade moral de Sócrates, resultou na indiferença ao formalismo social.
Seu fundador é Antistenes (n. c.450 a.C.), de Atenas, e discípulo de Górgias. Pautando pelo sensismo dos sofistas, o mestre da escola cínica somente admitia que as coisas singulares são reais, não passando os universais de simples nomes. Foi Antístenes filósofo de grande atividade, autor de dezenas de livros. Entretanto, deles só restam os títulos e textos fragmentários. Dão-se como filiados à escola cínica: Diógenes de Sínope, Crates, Hiparquia.
A escola cínica, que teve sua continuação ramificada no estoísmo famoso de Zenão de Citium (340-263 a.C.), persistiu também por muito tempo com representantes próprios.

Do século 2-o. (d.C.) se conhece como cínico Crescêncio, adversário de S. Justino.
Com Diógenes o cínico (413-323 a.C.), a escola socrática menor fundada por Antístenes, adquiriu popularidade.
"Conduzido a uma casa esplêndida, o dono lhe proibiu cuspir, porém ele lhe cuspiu no rosto, dizendo que não havia encontrado lugar mais sujo" (D. Laércio, VI).
"Em certa ocasião em pleno dia, acendeu uma lanterna e saiu gritando: busco um homem" (ibidem).
Estimavam-no até os grandes.
"Um dia que tomava o sol em Cranion (um ginásio) colocou-se-lhe em frente Alexandre e lhe disse, pede-me o que quiseres; replicou-lhe, não me tires o sol" (ibidem).
"De tal maneira estimavam os atenienses a Diógenes, que tendo um rapaz destruído seu tonel (em que morava), eles lho reconstruíram" (ibidem).
"Cumpriu tão bem suas funções que Xemíades (de cujos filhos era educador), costumava dizer: um bom gênio entrou em minha casa" (Ibidem).
Diógenes contestou diretamente a Platão sua teoria da idéias reais universais e teve uma resposta irônica à altura do grande mestre da academia.

Fonte: Enciclopédia Simpozio
http://www.cfh.ufsc.br/~simpozio/novo/2216y098.htm#TopOfPage

ARTE ANTIGA: CERÂMICA GREGA.


SEGUNDO PERIODO DE FILOSOFIA: ESCOLAS SOCRÁTICAS MENORES.

ESCOLA DE MEGARA
Com precedentes eleáticos, defendendo a unidade do ser, ao lado da moral socrática, a Escola de Mégara, fundada por Euclides, nas proximidades de Atenas, fora evidentemente de fundo cético. Resultou finalmente na escola pós-socrática de Pirro (c. 360-270 a.C.), mentor principal do ceticismo. O unicismo eleático da escola de Euclides terá sido moderado, visto que foi poupado de ataques nos diálogos de Platão. Quanto à moral, conforme informação de Diógenes Laércio,
- "dizia que o bem é um só, porém, que se o designa por diversos nomes, como sabedoria, Deus, Espírito, etc. Enquanto ao oposto ao bem, o suprime, porque não tem realidade alguma".

segunda-feira, 28 de junho de 2010

VIDEO



A CRIANÇA CANADENSE QUE PAROU O MUNDO PARA OUVÍ-LA.
Durante cinco minutos jornalistas, chefes de estados e personalidades do mundo todo pararam para ouvir o discurso de uma jovem de 13 anos alertando sobre a situação do planeta.
Não existe pieguice e nem sensacionalismo no discurso consiso e profundo da jovem Seven Suzuki. Vale a pena ver e divulgar!

HISTORIA DA FILOSOFIA ANTIGA. SEGUNDO PERÍODO DA FILOSOFIA: ESCOLAS SOCRÁTICA MENORES.

Filósofos de diferentes procedências pré-socráticas insertaram em suas escolas as doutrinas morais de Sócrates. Tais são as Escolas Socráticas menores: de Mégara, cínica, cirenaica, de Elis.
Dizem-se menores, por não haverem adquirido a projeção da Academia de Platão e do Liceu de Aristóteles. Não obstante, por desenvolvimentos vários se transformaram em outras escolas, algumas tornadas significativas no período pós-socrático.
Importa advertir que os pós-socráticos, como o mesmo Sócrates, deram sempre importância à função ética da filosofia. Ainda modernamente ocorre a tendência de entender que o saber se destina à transformação da realidade, a serviço do homem, e não somente à pura contemplação. Eis Sócrates onipresente na história da humanidade, desde as escolas socráticas menores e as escolas filosóficas pós-socráticas.
Fonte:
Enciclopédia Simpozio

ARTE: PINTURA.

VAN GOGH
PESCADOR E BARCO NA PONTE CLICHY - ÓLEO SOBRE TELA - 1887.
THE ART INSTITUTE OF CHICAGO.

HISTORIA DA FILOSOFIA ANTIGA. SEGUNDO PERÍODO DA FILOSOFIA: A ÉTICA SOCRÁTICA.

Fundador da ética. Sócrates sempre foi visto como um padrão do ser humano, em especial o bom cidadão.
Sócrates não foi somente o bom; procurou também a ciência do ser bom, - a ética, a filosofia moral, - a partir de princípios gerais absolutos, ainda que derivando em aplicações para as particulares da natureza. É considerado mesmo o fundador da Ética como disciplina filosófica, portanto até ali as considerações morais tinham apenas formulações assistemáticas, ao modo dos dizeres sentenciosos. E porque alcançasse o saber moral sistemático, não foi um radical e nem um asceta, mas o homem racionalmente bom.
A Ética de Sócrates é de direito natural; no fundamento das normas positivas há leis não escritas (= ágrafoi nómoi).
A forma da moral é fundamentalmente finalista, portanto teleológica, como todas as éticas antigas. Bom é o que atende aos fins do homem, em especial ao seu desejo de felicidade.
A moral é, portanto, um bem viver. Trata-se, pois, de um eudaimonismo moral .Em vista de uma hierarquia de faculdades do homem, a felicidade procurada se ordena de tal maneira a fazer prevalecer a do espírito.
No caso de Sócrates (ao menos de Sócrates descrito por Platão), este espírito é ainda entendido à maneira órfica; isto resulta em certa rigidez, por causa do sem sentido das coisas materiais e da necessidade do purificar a alma de delitos anteriores. O comportamento quase ascético de Sócrates é resultado desta sua moral com base no dualismo órfico.
Este pensar rígido se transfere para algumas das escolas socráticas menores, em especial para a Escola cínica, transformada finalmente na tendência de disciplina dos estóicos.

Imprimiu também Sócrates à moral uma diretriz intelectualista. A coesão entre inteligência e vontade identifica praticamente o conhecimento da lei, com a própria moralidade. Conforme se conhece, assim se age. Então a moralidade depende de um certo exercício da inteligência, à qual cabe procurar bem conhecer, para poder bem agir. No profissionalismo tal coisa é evidente; o músico sabendo como tocar, evidentemente não deixará de tocar bem. Sócrates entende, no mesmo sentido de "técnica", o exercício da atividade moral.
"Se músico é o que sabe música, pedreiro o que sabe edificar, justo será o que sabe a justiça.
"Os que desejam o mal, crêem que ele é vantajoso ou pernicioso? Quanto aos que pensam que o mal é vantajoso, o conhecem como sendo verdadeiramente o mal?
Estes não desejam o mal como tal, pois não o conhecem; desejam apenas o que lhes parece um bem, o qual neste caso é o mal. Donde podemos concluir que os que desejam o mal e o consideram como bem, estão de fato a desejar unicamente o que é bom...
Ninguém expressamente deseja o mal" (Platão, Menon 77-78).
A consistência do intelectualismo ético de Sócrates tem sido posto em dúvida; embora o conhecimento influa no agir, porque o objeto é sempre uma motivação, este objeto contudo não se apresenta necessitante.
A Ética individual de Sócrates dispõe de uma série de enunciações sentenciosas.
Entre outras, é famosa a advertência conhece-te a ti mesmo.
Talvez nem todas sejam enunciação direta do filósofo, mas dizeres tomados do passado e por ele reafirmados. Outras sentenças poderão ter sido criadas pelos discípulos (Platão, sobretudo), para traduzir exatamente suas doutrinas. O mesmo fenômeno aliás sucedeu com outros filósofos e fundadores de religião.
Fonte: Enciclopédia Simpozio

DOCUMENTÁRIO: CONFRONTO DOS DEUSES. 5/5.

HISTORIA DA FILOSOFIA ANTIGA. SEGUNDO PERÍODO DA FILOSOFIA: O MÉTODO SOCRÁTICO.

O método socrático, como é denominado, consiste numa dialética, em que a discussão se desenvolve em dois tempos, - a ironia e a maiêutica.
A ironia socrática consiste em perguntar, fingindo desconhecer o assunto (= dúvida fictícia e metódica), com vistas a refutar a tese contrária e preparar a tese verdadeira. A maiêutica ( = parir) de Sócrates conduz o interlocutor a descobrir paulatinamente o conhecimento sobre o objeto de discussão. No caso de Sócrates que supunha haver idéias inatas, a maiêutica consistia, mais precisamente, em fazer recordar, despertando os conhecimentos virtualmente possuídos.
Como método, a dialética vinha sendo praticada pelos últimos pré-socráticos, como Zenão de Eléia e especialmente os sofistas. Sócrates imprime a ela uma peculiaridade própria, em vista de seu temperamento irônico e seu propósito de combater os sofistas.
Além disto, a maiêutica era caracterizada pela sua concepção inatista, bem como pelo fato de havê-la denominado em função à profissão de sua mãe, que era parteira.
A ciência é um conhecimento do geral. Ou seja, é a explicação das coisas singulares, percebendo-as sob o prisma de uma idéia universal. Eis uma definição de ciência, que se atribui como sendo descoberta de Sócrates.
Com isto teria também esclarecido o conceito de definição, que oferece a noção geral da coisa (conforme texto já citado Met. 897b). Igualmente veio a mostrar o que é uma indução, - um caminhar para o universal, a partir de dados singulares. Isto o fez sobretudo com assuntos morais. Determina, por exemplo, a idéia de justiça, arrolando os elementos comuns em muitos casos particulares.
Teria sido excelente se tivesse aplicado o método indutivo ao estudo da natureza.
"Duas coisas podem ser atribuídas com justiça a Sócrates: os argumentos indutivos e a definição universal, ambos os quais se relacionam com o ponto de partida da ciência" (Arist., Metaf. 1078b 28).
A psicologia de Sócrates desenvolveu consideravelmente os conceitos sobre a pessoa humana. Distinguiu entre matéria e alma, conforme o dualismo, praticado nos termos do orfismo e pitagorismo, ao menos na linguagem de Platão.
Prosseguiu, determinando também as qualidades peculiares do espírito. Suas diversas faculdades são hierarquizadas, com distinção entre sentidos e inteligência, além de uma vontade dotada de liberdade. Esta, portanto, seria capaz de exercer um comportamento ético.
Deus é admitido por Sócrates. Mas não é sem reservas que aborda o assunto, pois nem Deus e nem o mundo diziam respeito à pessoa humana, da qual cuidava em primeiro lugar.
Repudiando os episódios míticos comentava:
"Se, por incredulidade, se procura dar verossimilhança a esses seres, usando para isso de uma curiosa e grosseira sabedoria, perde-se nisso o tempo e não podemos apreciar a vida como convém. O meu lazer, não o destino a essas explicações e eis aí a razão da minha atitude: ainda não cheguei a ser capaz como recomenda a inscrição délfica de conhecer a mim próprio. Parece-me ridículo, pois não possuindo eu ainda esse conhecimento, que me ponha a examinar coisas que não me dizem respeito. Não interessam essas fábulas e conformo-me, nesse sentido com a tradição. Não são as fábulas que investigo; é a mim mesmo" (Platão, Fedon 230).

Na prova da existência de Deus, este é avocado como autor da ordem universal (argumento teleológico, ou 5-a via em Tomás de Aquino) (vd n 305). Esta ação de Deus é vista nos detalhes mínimos, até a harmonia do ser humano, conforme texto de Xenofonte, companheiro do mesmo Sócrates:
"Não lhe parece que aquele que fez os homens desde o início lhes deu órgãos, a fim de que lhes sejam úteis: os olhos, para ver os objetos visíveis; as orelhas, para ouvir os sons? Para que nos serviriam os odores, se não tivéssemos narinas? Que idéias teríamos do que é doce, do que amargo, do que satisfaz agradavelmente ao paladar, se a língua não estivesse ali para decidir? Não é acaso uma maravilha da providência, que nossos olhos, órgãos delicados, estejam munidos de pálpebras, que se abrem como portas, quando deles precisamos e se fecham durante o sono? Que estas pálpebras estejam munidas de cílios, que, à maneira de crivos, os defendem contra o furor dos ventos? Que os sobrecílios se colocam à maneira de telhado por sobre os olhos para impedir que o suor a escorrer da frente os estorve? Que os ouvidos recebam todos os sons, sem se encher jamais? Que os dentes dianteiros de todos os animais sejam cortantes e os molares próprios para triturar os alimentos recebidos dos incisivos? Que direi da boca, que, destinada a receber o que excita o apetite do animal, é colocada junto dos olhos e das narinas? E como as dejeções excitam a aversão, não têm elas afastados os seus canais, de maneira a se encontrarem distantes dos órgãos mais delicados? Duvidais ainda que estas obras feitas com tanta ordem sejam produzidas ao azar ou por uma inteligência? - Percebo bem [concorda Aristodemo, participante do diálogo] que as considerando sob este ponto de vista são reconhecidamente obra dum sábio artista, animado por um terno amor por suas criaturas" (Xenofonte, Ditos memoráveis, I, 37).

Sócrates não levou ainda em conta o princípio da seleção das espécies e outros entraves do argumento que apresentava; para ser válido, o argumento deverá analisar mais sutilmente, até atingir o fundamento dos fatos admiráveis da natureza.
Todavia, a prova, como Sócrates a estruturou, já era um silogismo estruturado, ainda que as premissas não fossem suficientemente fundamentadas, conduzia à existência de Deus e a um conceito elevado do mesmo, muito superior ao das religiões tradicionais.
A criação da matéria não foi proposta por Sócrates; nem o fora pelos outros gregos. Pelo contrário, os eleatas haviam tentado provar que a criação era impossível.
A ação divina se limitava em aperfeiçoar as formas ordenadoras da matéria, criando uma ordem superior, com a atenção nos arquétipos; esta função será destacada por Platão.
Fonte: Enciclopédia Simpozio
http://www.cfh.ufsc.br/~simpozio/novo/2216y098.htm#TopOfPage

ARTE - FOTOGRAFIA SUBAQUATICA.


Bruce Mozert nasceu em Newark, Ohio em 1916 e se transformou em um ilustre fotógrafo de pinup e um gênio da fotografia subaquática.

Ele criava cenas incríveis e bem humoradas da vida diária americana, cenas impensáveis para a época, como o da mulher jogando golf embaixo d’água.
Ler um jornal, atender o telefone, ele faria o que fosse preciso para deixar a cena real, fazendo produções meticulosas como usar gelo seco para fazer bolhas, dentre outras invenções.
Fonte: Recebi via e-mail. Se alguém souber, favor informar para eu creditar.

HISTORIA DA FILOSOFIA ANTIGA. SEGUNDO PERÍODO DA FILOSOFIA: AS DOUTRINAS DE SÓCRATES.

As doutrinas de Sócrates também devem ser vistas em função às dos sofistas.
Elas são análogas às dos sofistas no que se refere aos temas humanos. Sócrates se ocupa, como eles, destes assuntos, situando-os com prioridade frente às teorias sobre a natureza.

Os métodos dialéticos também são similares, destacando-se até pela sua ironia em os conduzir. Por isso mesmo, não faltou que definisse a Sócrates como maior dos sofistas, ainda que em bom sentido.

Divergiu Sócrates no que se refere às soluções dadas pela maioria dos sofistas. Enquanto estes tendem para o probabilismo, relativismo e ceticismo, Sócrates é dogmático.
Além disto, os sofistas são sensistas, materialistas. Sobretudo os sofistas são contra a moral de direito natural, quando Sócrates é intelectualista, racionalista, espiritualista (dualista) e a favor de uma ética natural.
Fonte: Enciclopédia Simpozio
http://www.cfh.ufsc.br/~simpozio/novo/

DOCUMENTÁRIO: CONFRONTO DOS DEUSES. 4/5.

OBRA DE ARTE

OBRA DE ARTE
Amores na bela Capital Catarinense.