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sábado, 5 de maio de 2012

Artemis e Hefesto - Mitologia Grega

"Ártemis, na mitologia grega, era uma das doze divindades do Olimpo, a mais popular das deusas do panteão grego, filha de Zeus e Letó. Associada pelos romanos com Diana, era a deusa da floresta e regia os deuses e deusas da caça, pois era protetora dos animais selvagens, especialmente dos ursos. Também era protetora das mulheres, por isso era a deusa do parto. Era também a deusa da natureza, das colheitas e protetora das cidades. Representava para as mulheres o que Apolo, seu irmão gêmeo, representava para os homens. Era particularmente amada e seguida por 60 Ninfas, das quais exigia castidade absoluta e com as quais dançava freqüentemente nas florestas. Traumatizou-se logo após nascer, pois presenciou o sofrimento da mãe no parto de seu irmão gêmeo, Apolo. Por isso pediu a Zeus que a mantivesse casta para sempre, o que lhe rendeu o título de virgem branca e lhe conferiu a missão de protetora das parturientes.

No poema de Homero, a Ilíada, Ártemis lutou defendendo Tróia contra Atenas, tendo intercedido por diversas vezes, como para salvar Páris da morte, aquele que flecharia o calcanhar de Aquiles, matando o maior guerreiro grego.

Apesar dessa imagem protetora, Ártemis exibia facetas cruéis: matou o caçador Órion; transformou em urso a ninfa Calisto por deixar-se seduzir por Zeus; transformou Acteão em cervo para ser despedaçado por sua própria matilha e, com Apolo, exterminou os filhos de Níobe e Anfião, para vingar uma suposta afronta.

Sua participação na batalha contra os Titãs foi indispensável e não só nesta, pois viveu a vida punindo aqueles que mostravam desrespeito. Raivosa e um tanto cruel, a deusa que se despontou como protetora dos caçadores e da inocência mais intacta, era freqüentemente adorada em locais rústicos, preferencialmente ao redor de muita madeira. Armada de arco atingia com suas flechas todos que ousassem lhe insultar. Foi ainda, a patrona das Amazonas. Os colonizadores Gregos encontraram os habitantes da Ásia Menor cultuando uma Deusa a qual identificaram como Ártemis (Diana). Em sua homenagem foi construído um pequeno templo que levou 120 anos para ser terminado, tendo sido reconstruído e aumentado diversas vezes. Somente na quarta expansão ele foi incluído na lista das Sete Maravilhas do Mundo. O templo foi destruído num incêndio em 356 a.C., na noite do nascimento de Alexandre, o Grande.
Fonte: http://artenormal.blogspot.com.br/2011/05/mitologia-grega-artemis-e-hefesto.html

segunda-feira, 2 de abril de 2012

As raízes do riso e a ética emocional brasileira


Márcia Junges
Experiência humana diversificada
O humor, em geral, é um dos mais elevados instrumentos de comunicação. Rir aproxima as pessoas, provoca suas emoções e mobilizam suas mentes – além, é claro, de aliviar a tensão. Isto é universal. Basta ver alguns ditados folclóricos que são comuns a todos os povos, tanto ocidentais como orientais, e que existem, com pequenas alterações, em todas as línguas – como “O mais perdido dos dias foi o dia em que não se riu”, ou “Quem não sabe sorrir, não deve abrir uma loja.”
Como produção cultural, o humor exerceu um papel importante em várias sociedades e em várias épocas. Tanto na Antiguidade quanto no período medieval, o humor era mais difuso por não existir ainda uma separação entre as esferas pública e privada. A comédia originalmente era um evento no qual todos participavam e todos riam em conjunto. Quando a modernidade cria propriamente uma esfera pública – o que ocorre, na história ocidental, entre os séculos XVII e XVIII – é que o humor se fortalece como uma das mais disseminadas e universais formas de comunicação, já que todos os comportamentos humanos ganham repercussão coletiva (pública), suscitando reações emocionais (que incluem, é bom que se digam, tanto o choro quanto o riso).
Mas o riso é uma experiência humana tão diversificada que não necessariamente ele resulta sempre do “bom humor”. Portanto, como ele é uma experiência extremamente rica e variada, ele se liga a muitos aspectos da vida humana. É impossível enumerar todos. Por exemplo, o humor seduz? Sim, primeiro porque ele tende a produzir intimidade e proximidade. Neste sentido, rir é como almoçar ou jantar juntos – em certos casos, favorece até a aproximação sexual.
Lembrar, portanto, que o humor – sobretudo o humor que nasceu com o século XX – possui uma fortíssima vocação para a ambiguidade: se uma piada agrada e gratifica alguns, ela acaba por ferir outros. Não há remédio. Se fui eu quem escorreguei na casca de banana, eu não vou rir... Se o escorregão for de alguém que tem poder (político, pessoal ou qualquer outro), ele não só não vai rir, como vai proibir os outros de rirem.
http://www.ihuonline.unisinos.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3965&secao=367&limitstart=1

quinta-feira, 8 de março de 2012

Homenagem À Mulher



Aproveito a bela voz de Elba Ramalho para estender a todas as mulheres o meu abraço.
Que o nosso dia seja celebrado com muita alegria junto a amigos e/ou familiares queridos.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

CIÊNCIA E TECNOLOGIA


Cientistas constroem nanorrobô a partir de moléculas de DNA
Cientistas da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, construíram um nanorrobô a partir de moléculas de DNA que é capaz de transportar carga até células individuais e influenciar o comportamento delas. O nanocargueiro pode levar doses diferentes de moléculas a células específicas, capacidade que poderá ser utilizada para melhorar os sistemas atuais de transporte de medicamentos, segundo os autores da pesquisa, cujos resultados foram publicados neste mês na revista Science. As informações são da Agência Fapesp.
Para montar o protótipo, Shawn Douglas e colegas da Harvard Medical School empregaram a técnica conhecida como origami de DNA - que consiste em dobrar fitas do ácido desoxirribonucleico em formas complexas - para construir o nanorrobô de formas hexagonais. Os pesquisadores carregaram o veículo com nanopartículas de ouro e fragmentos de anticorpos com marcação fluorescente, que foram transportados até células de um tecido em cultura.
Segundo os autores do estudo, os nanocargueiros poderão ser projetados para responder a certas proteínas encontradas na superfície das células - ou a combinações específicas delas -, de modo a entregar a um alvo moléculas que possam atuar de diferentes formas no comportamento dessas células. A tecnologia, que é inspirada nos mecanismos do sistema imunológico humano, poderá ser utilizada, por exemplo, em sistemas que tenham como objetivo atingir e destruir células cancerosas, apontam os cientistas.
"Esse trabalho representa uma grande conquista no campo da nanotecnologia, ao demonstrar a capacidade de empregar avanços recentes no campo do origami de DNA para desafios importantes como destruir células cancerosas com alta especificidade", disse Donald Ingber, diretor do Wyss Institute na Escola de Medicina de Harvard.
Fonte: Site do Terra
Acesso : 25/02/2012
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5628235-EI8147,00-Cientistas+constroem+nanorrobo+a+partir+de+moleculas+de+DNA.html




Gonzaguinha - "O que é, o que é" (1982)


O Que É, O Que É?

Gonzaguinha

Eu fico
Com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita...
Viver!
E não ter a vergonha
De ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz...
Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita
E é bonita...
E a vida!
E a vida o que é?
Diga lá, meu irmão
Ela é a batida
De um coração
Ela é uma doce ilusão
Hê! Hô!...
E a vida
Ela é maravilha
Ou é sofrimento?
Ela é alegria
Ou lamento?
O que é? O que é?
Meu irmão...
Há quem fale
Que a vida da gente
É um nada no mundo
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo...
Há quem fale
Que é um divino
Mistério profundo
É o sopro do criador
Numa atitude repleta de amor...
Você diz que é luta e prazer
Ele diz que a vida é viver
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é
E o verbo é sofrer...
Eu só sei que confio na moça
E na moça eu ponho a força da fé
Somos nós que fazemos a vida
Como der, ou puder, ou quiser...
Sempre desejada
Por mais que esteja errada
Ninguém quer a morte
Só saúde e sorte...
E a pergunta roda
E a cabeça agita
Eu fico com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita...

O BEIJO DE RODIN


Nascido François-Auguste-René Rodin, as primeiras esculturas de Rodin foram feitas na cozinha de sua mãe, com massa que ela usava para fazer pão. Aos 14 anos, aquele que seria um dos escultores mais geniais da história da arte, já tinha aulas numa pequena academia. Em pouco tempo foi aceito na Escola de Artes Decorativas, sob a orientação de Boisbaudran e de Barye. Ingressou depois na Academia de Belas-Artes, onde conheceu os escultores Carpeaux e Dalou. Trabalhou inicialmente como ornamentista, modelador, prático e cinzelador.
Suas obras mais célebres, O Beijo, que faz parte de uma série de esculturas realizadas para a Porta do Inferno, do Museu de Artes Decorativas, O Pensador, da mesma série, e o retrato de Balzac.
Rodin teve como assistente a escultora Camille Claudel, com quem teve um romance e cujos trabalhos são muitas vezes confundidos com os de Rodin. Camille acreditava que Rodin queria se apropriar dos seus trabalhos. À época, foi considerada insana e terminou seus dias internada em um manicômio.

FUNDACIONISMO EPISTÊMICO


A teoria fundacionista é uma teoria muito tradicional na epistemologia e que se ocupa em fazer uma descrição da justificação. Esta corrente afirma que existem crenças fundacionais e que estas são justificadas em si mesmas e a partir delas todas as outras crenças devem ser justificadas. Na visão de Lehrer, o fundacionismo prega que há algumas coisas que estamos completamente justificados em aceitar sem argumentos.


As condições para uma crença ser básica são:

a) que ela seja auto-justificada; e

b) que todas as crenças justificadas dependem da auto-justificação das crenças básicas.

Um exemplo de crença básica, que inclusive poderia ser dado por um empirista, é “eu vejo alguma coisa móvel”.


Uma das críticas que se faz a este tipo de proposição é que são muito fracas para dar apoio à gama de coisas que nós,pelo menos, aparentemente conhecemos. Além de outras objeções como: as crenças básicas são arbitrárias, já que se o fundacionista tentar explicar porque uma determinada crença é básica ela deixará de ser o que ele quer que ela seja.


Temos plena consciência que a teoria passou por várias modificações e há distinções entre tipos de fundacionismo, mas o objetivo aqui é explanar traços gerais da teoria e a partir daí servir como porta de entrada para uma série de discussões.

Fonte:
Conceito de Conhecimento
http://conceitodeconhecimento.wordpress.com

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

MITOLOGIA: EROS E PSIQUÊ.


Psique era a mais nova de três filhas de um rei de Mileto e era extremamente bela. Sua beleza era tanta que pessoas de várias regiões iam admirá-la, assombrados, rendendo-lhe homenagens que só eram devidas à própria Afrodite.
Profundamente ofendida e enciumada, Afrodite enviou seu filho, Eros, para fazê-la apaixonar-se pelo homem mais feio e vil de toda a terra. Porém, ao ver sua beleza, Eros apaixonou-se profundamente.
O pai de Psique, suspeitando que, inadvertidamente, havia ofendido os deuses, resolveu consultar o oráculo de Apolo, pois suas outras filhas encontraram maridos e, no entanto, Psique permanecia sozinha. Através desse oráculo, o próprio Eros ordenou ao rei que enviasse sua filha ao topo de uma solitária montanha, onde seria desposada por uma terrível serpente.
A jovem aterrorizada foi levada ao pé do monte e abandonada por seu pesarosos parentes e amigos. Conformada com seu destino, Psique foi tomada por um profundo sono, sendo, então, conduzida pela brisa gentil de Zéfiro a um lindo vale.
Quando acordou, caminhou por entre as flores, até chegar a um castelo magnífico. Notou que lá deveria ser a morada de um deus, tal a perfeição que podia ver em cada um dos seus detalhes. Tomando coragem, entrou no deslumbrante palácio, onde todos os seus desejos foram satisfeitos por ajudantes invisíveis, dos quais só podia ouvir a voz.
Chegando a escuridão, foi conduzida pelos criados a um quarto de dormir. Certa de ali encontraria finalmente o seu terrível esposo, começou a tremer quando sentiu que alguém entrara no quarto. No entanto, uma voz maravilhosa a acalmou. Logo em seguida, sentiu mãos humanas acariciarem seu corpo. A esse amante misterioso, ela se entregou.. Quando acordou, já havia chegado o dia e seu amante havia desaparecido. Porém essa mesma cena se repetiu por diversas noites.
Enquanto isso, suas irmãs continuavam a sua procura, mas seu esposo misterioso a alertou para não responder aos seus chamados. Psique sentindo-se solitária em seu castelo-prisão, implorava ao seu amante para deixá-la ver suas irmãs. Finalmente, ele aceitou, mas impôs a condição que, não importando o que suas irmãs dissessem, ela nunca tentaria conhecer sua verdadeira identidade.
Quando suas irmãs entraram no castelo e viram aquela abundância de beleza e maravilhas, foram tomadas de inveja. Notando que o esposo de Psique nunca aparecia, perguntaram maliciosamente sobre sua identidade. Embora advertida por seu esposo, Psique viu a dúvida e a curiosidade tomarem conta de seu ser, aguçadas pelos comentários de suas irmãs.
Seu esposo alertou-a que suas irmãs estavam tentando fazer com que ela olhasse seu rosto, mas se assim ela fizesse, ela nunca mais o veria novamente. Além disso, ele contou-lhe que ela estava grávida e se ela conseguisse manter o segredo ele seria divino, porém se ela falhasse, ele seria mortal.
Ao receber novamente suas irmãs, Psique contou-lhes que estava grávida, e que sua criança seria de origem divina. Suas irmãs ficaram ainda mais enciumadas com sua situação, pois além de todas aquelas riquezas, ela era a esposa de um lindo deus. Assim, trataram de convencer a jovem a olhar a identidade do esposo, pois se ele estava escondendo seu rosto era porque havia algo de errado com ele. Ele realmente deveria ser uma horrível serpente e não um deus maravilhoso.
Assustada com o que suas irmãs disseram, escondeu uma faca e uma lâmpada próximo a sua cama, decidida a conhecer a identidade de seu marido, e se ele fosse realmente um monstro terrível, matá-lo. Ela havia esquecido dos avisos de seu amante, de não dar ouvidos a suas irmãs.
A noite, quando Eros descansava ao seu lado, Psique tomou coragem e aproximou a lâmpada do rosto de seu marido, esperando ver uma horrenda criatura. Para sua surpresa, o que viu porém deixou-a maravilhada. Um jovem de extrema beleza estava repousando com tamanha quietude e doçura que ela pensou em tirar a própria vida por haver dele duvidado.
Enfeitiçada por sua beleza, demorou-se admirando o deus alado. Não percebeu que havia inclinado de tal maneira a lâmpada que uma gota de óleo quente caiu sobre o ombro direito de Eros, acordando-o.
Eros olhou-a assustado, e voou pela janela do quarto, dizendo:
- "Tola Psique! É assim que retribuis meu amor? Depois de haver desobedecido as ordens de minha mãe e te tornado minha esposa, tu me julgavas um monstro e estavas disposta a cortar minha cabeça? Vai. Volta para junto de tuas irmãs, cujos conselhos pareces preferir aos meus. Não lhe imponho outro castigo, além de deixar-te para sempre. O amor não pode conviver com a suspeita."
Quando se recompôs, notou que o lindo castelo a sua volta desaparecera, e que se encontrava bem próxima da casa de seus pais. Psique ficou inconsolável. Tentou suicidar-se atirando-se em um rio próximo, mas suas águas a trouxeram gentilmente para sua margem. Foi então alertada por Pan para esquecer o que se passou e procurar novamente ganhar o amor de Eros.
Por sua vez, quando suas irmãs souberam do acontecido, fingiram pesar, mas partiram então para o topo da montanha, pensando em conquistar o amor de Eros. Lá chegando, chamaram o vento Zéfiro, para que as sustentasse no ar e as levasse até Eros. Mas, Zéfiro, desta vez, não as ergueu no céu e elas caíram no despenhadeiro, morrendo.
Psique resolvida a reconquistar a confiança de Eros, saiu a sua procura por todos os lugares da terra, dia e noite, até que chegou a um templo no alto de uma montanha. Com esperança de lá encontrar o amado, entrou no templo e viu uma grande bagunça de grãos de trigo e cevada, ancinhos e foices espalhados por todo o recinto. Convencida que não devia negligenciar o culto a nenhuma divindade, pôs-se a arrumar aquela desordem, colocando cada coisa em seu lugar. Deméter, para quem aquele templo era destinado, ficou profundamente grata e disse-lhe:
- "Ó Psique, embora não possa livrá-la da ira de Afrodite, posso ensiná-la a fazê-lo com suas próprias forças: vá ao seu templo e renda a ela as homenagens que ela, como deusa, merece."
Afrodite, ao recebê-la em seu templo, não esconde sua raiva. Afinal, por aquela reles mortal seu filho havia desobedecido suas ordens e agora ele se encontrava em um leito, recuperando-se da ferida por ela causada. Como condição para o seu perdão, a deusa impôs uma série de tarefas que deveria realizar, tarefas tão difíceis que poderiam causar sua morte.
Primeiramente, deveria, antes do anoitecer, separar uma grande quantidade de grãos misturados de trigo, aveia, cevada, feijões e lentilhas. Psique ficou assustada diante de tanto trabalho, porém uma formiga que estava próxima, ficou comovida com a tristeza da jovem e convocou seu exército a isolar cada uma das qualidades de grão.
Como 2ª tarefa, Afrodite ordenou que fosse até as margens de um rio onde ovelhas de lã dourada pastavam e trouxesse um pouco da lã de cada carneiro. Psique estava disposta a cruzar o rio quando ouviu um junco dizer que não atravessasse as águas do rio até que os carneiros se pusessem a descansar sob o sol quente, quando ela poderia aproveitar e cortar sua lã. De outro modo, seria atacada e morta pelos carneiros. Assim feito, Psique esperou até o sol ficar bem alto no horizonte, atravessou o rio e levou a Afrodite uma grande quantidade de lã dourada.
Sua 3ª tarefa seria subir ao topo de uma alta montanha e trazer para Afrodite uma jarra cheia com um pouco da água escura que jorrava de seu cume. Dentre os perigos que Psique enfrentou, estava um dragão que guardava a fonte. Ela foi ajudada nessa tarefa por uma grande águia, que voou baixo próximo a fonte e encheu a jarra com a negra água.
Irada com o sucesso da jovem, Afrodite planejou uma última, porém fatal, tarefa. Psique deveria descer ao mundo inferior e pedir a Perséfone, que lhe desse um pouco de sua própria beleza, que deveria guardar em uma caixa. Desesperada, subiu ao topo de uma elevada torre e quis atirar-se, para assim poder alcançar o mundo subterrâneo. A torre, porém, murmurou instruções de como entrar em uma particular caverna para alcançar o reino de Hades. Ensinou-lhe ainda como driblar os diversos perigos da jornada, como passar pelo cão Cérbero e deu-lhe uma moeda para pagar a Caronte pela travessia do rio Estige, advertindo-a:
- "Quando Perséfone lhe der a caixa com sua beleza, toma o cuidado, maior que todas as outras coisas, de não olhar dentro da caixa, pois a beleza dos deuses não cabe a olhos mortais."
Seguindo essas palavras, conseguiu chegar até Perséfone, que estava sentada imponente em seu trono e recebeu dela a caixa com o precioso tesouro. Tomada porém pela curiosidade em seu retorno, abriu a caixa para espiar. Ao invés de beleza havia apenas um sono terrível que dela se apossou.
Eros, curado de sua ferida, voou ao socorro de Psique e conseguiu colocar o sono novamente na caixa, salvando-a.
Lembrou-lhe novamente que sua curiosidade havia novamente sido sua grande falta, mas que agora podia apresentar-se à Afrodite e cumprir a tarefa.
Enquanto isso, Eros foi ao encontro de Zeus e implorou a ele que apaziguasse a ira de Afrodite e ratificasse o seu casamento com Psique. Atendendo seu pedido, o grande deus do Olimpo ordenou que Hermes conduzisse a jovem à assembléia dos deuses e a ela foi oferecida uma taça de ambrosia. Então com toda a cerimônia, Eros casou-se com Psique, e no devido tempo nasceu seu filho, chamado Voluptas (Prazer).

Fonte: Nos Jardins do Olimpo

Fotografia


As velhas árvores que um dia foram infantis sementes, guardam no seio, a maturidade que fornece os frutos e recriam a vida em ciclos incenssantes.

A vocês, meus queridos pais, com meu amor e admiração,
presto-lhes  homenagem
com esta foto ao lado de minha querida filha, nova semente do fruto que vocês geraram.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Whitney Houston - I have nothing

CONFRONTO NA GRÉCIA

É lamentável a situação da cidade que legou a Filosofia ao mundo.
Leiam:
Cerca de 100.000 pessoas, segundo a polícia, protestaram neste domingo em Atenas (80.000) e Tessalônica (20.000) contra o novo plano de ajuste ditado por UE e FMI que será votado à meia-noite local pelo Parlamento, para evitar a quebra do país.
Na capital seis pessoas ficaram feridas e foram hospitalizadas durante confrontos entre forças de segurança e grupos de jovens nas ruas adjacentes à praça Sintagma, em frente ao Parlamento, segundo fontes do Ministério da Saúde. Os incidentes ocorreram quando um grupo de manifestantes pressionou para romper um cordão policial colocado em torno da Assembleia Nacional, e a polícia respondeu imediatamente lançando bombas de gás.
Os manifestantes se dirigiram então para as ruas adjacentes, rapidamente convertidas em campos de batalha, e lançaram pedras e bombas de coquetéis molotov contra as forças de segurança.
Os confrontos se prolongaram durante mais de duas horas no centro da capital.
Um imóvel de um andar, sede de uma loja de cristais de luxo, foi incendiado no centro de Atenas. Outros 10 edifícios vazios estavam em chamas por conta do lançamento de coquetéis molotov, segundo os bombeiros.
Os manifestantes se dirigiram à Praça Sintagma pela tarde, convocados pelas duas grandes centrais sindicais do país, a GSEE para o setor privado, e Adedy, do público, assim como pela esquerda radical.
De acordo com os líderes, o objetivo é expressar sua rejeição à adoção prevista para a meia-noite local de um novo plano de ajuste, exigido pela UE e pelo FMI para manter a ajuda financeira ao país e assegurar sua permanência na zona do euro.
No interior do Parlamento, custodiado no exterior por cerca de 3.000 policiais, o debate político ocorria com incidentes frequentes entre as filas governamentais e as da oposição de esquerda.
A previsão é que o debate seja concluído com uma votação pouco depois da meia-noite local (20h00 de Brasília), em virtude do processo de urgência denunciado pela oposição de esquerda.
"Não é fácil viver nestas condições. De agora até 2020 seremos escravos dos alemães", disse à AFP Andréas Maragoudakis, engenheiro de 49 anos.
Segundo o ministro de Finanças grego, Evangelos Venizelos, a Grécia espera lançar "antes de 17 de fevereiro" a oferta pública a seus credores privados para a reestruturação de sua dívida, ou do contrário ficará exposta à quebra.
"Antes do domingo à noite, o parlamento deve ter adotado o novo programa de austeridade" ditado pela União Europeia (UE) e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para que o país possa receber o visto positivo do Eurogrupo na quarta-feira para o desbloqueio do segundo plano de resgate, afirmou o ministro no início do debate parlamentar sobre este plano de medidas.
"Caso isso não aconteça antes de 17 de fevereiro, não poderemos lançar oficialmente a operação de troca de títulos" para que haja o perdão de 100 bilhões da dívida grega. "E não poderemos solucionar o problema do reembolso das obrigações que serão finalizadas entre 14 e 20 de março", em um montante total de 14,5 bilhões de euros, completou.
O descumprimento dos prazos e a consequente quebra do país geraria uma Grécia sem sistema bancário, afirmou Venizelos com a voz tensa antes de ser interrompido pelas vaias da oposição comunista, a qual o ministro acusou de levar o país à "catástrofe”.
Fonte: Yahoo Noticias – 12/02/2012.

A ARTE DE CARL HAAG


Carl Haag - 1820-1915

Pintor alemão naturalizado britânico.
Estudou nas Academias de Nuremberg e Munique.
Foi pintor na corte do duque de Saxe-Coburgo e Gotha.
Viajou muito, especiallmente pelo Oriente Médio e tornou-se conhecido por suas  pinturas cuidadosamente elaboradas em temas orientais.
Algumas de suas obras encontram-se no Museu  de Israel.
Retornou à Inglaterra.
Morreu em Oberwesel.



REFLEXÃO


“Tua caminhada ainda não terminou...
A realidade te acolhe dizendo que pela frente o horizonte da vida necessita de tuas palavras e do teu silêncio.
Se amanhã sentires saudades, lembra-te da fantasia e sonha com tua próxima vitória. Vitória que todas as armas do mundo jamais conseguirão obter, porque é uma vitória que surge da paz e não do ressentimento.
É certo que irás encontrar situações tempestuosas novamente, mas haverá de vir sempre o lado bom da chuva que cai e não a faceta do raio que destrói.
Tu és jovem.
Atender a quem te chama é belo, lutar por quem te rejeita é quase chegar a perfeição.
A juventude precisa de sonhos e se nutrir de lembranças, assim como o leito dos rios precisa da água que rola e o coração necessita de afeto.
Não faças do amanhã o sinônimo de nunca, nem o ontem te seja o mesmo que nunca mais. Teus passos ficaram!Olhes para trás... mas vá em frente pois há muitos que precisam que chegues para poderem seguir-te."
(Charles Chaplin)

FILOSOFIA; SOCRÁTES E A AUTOCONFIANÇA - PARTE 1


POEMA DE ALVARENGA PEIXOTO


ESTELA E NISE

Alvarenga Peixoto



Eu vi a linda Estela, e namorado

Fiz logo eterno voto de querê-la;

Mas vi depois a Nise, e é tão bela,

Que merece igualmente o meu cuidado.

A qual escolherei, se neste estado

Não posso distinguir Nise d'Estela?

Se Nise vir aqui, morro por ela;

Se Estela agora vir, fico abrasado.



Mas, ah! que aquela me despreza amante,

Pois sabe que estou preso em outros braços,

E esta não me quer por inconstante.



Vem, Cupido, soltar-me destes laços,

Ou faz de dois semblantes um semblante,

Ou divide o meu peito em dois pedaços!

OBRA DE ARTE

OBRA DE ARTE
Amores na bela Capital Catarinense.