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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

CRISTIANISMO E FILOSOFIA PATRÍSTICA.

A Grande Patrística

Mudaram inteiramente as circunstâncias políticas do cristianismo a começar da ação do Imperador Constantino, no começo do século 4-o. Com seu poderio, Constantino não somente criou a nova capital Constantinopla, como ainda mudou o destino futuro das antigas religiões.
Convocou, em 325, o Concílio de Nicéia, o primeiro na contagem dos assim chamados concílios ecumênicos. Estruturou-se então a Igreja Cristã no modelo territorial do Império, em províncias eclesiásticas, ganhando agora grande destaque os bispos e arcebispos.
Estimulou-se ainda a definição doutrinária, pelo voto dos bispos em concílios ecumênicos. Com isto deu-se lugar ao aparecimento da Grande Patrística.
Até então bastante elástico em suas doutrinas, passou agora o mesmo cristianismo a lutar por uma unificação interna do seu pensamento. Introduzindo a força do voto para decidir sobre a verdade, os concílios começaram a estabelecer um cristianismo oficial, em que os da minoria passam a ser tratados como hereges. Assim o foram Arius (Ario) Pelágio, Eutiques, e muitos outros, devendo amargar por vezes o caminho do exílio.
Destacaram-se, neste segundo período, os patrísticos gregos: Santo Atanásio (c. 295-373), Gregório Nazianzeno (c. 329-c. 390), Basílio Magno (c. 330-379), Gregório de Nissa (c. 335- c. 395), Nemésio de Emesa (sec. 5-o), Cirilo de Alexandria (c. 375-444).
Surgem agora grandes nomes latinos: S. Hilário de Poitiers, S. Ambrósio, S. Agostinho, sendo este último o maior de todos os patrísticos, com um pensamento sistematizado, ainda que não chegasse a um suma escrita do mesmo.
São representativos também os que foram rejeitados, até porque sem eles não se entendem as polêmicas que geraram: Arius, Prisciliano e outros.
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OBRA DE ARTE

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