quinta-feira, 22 de outubro de 2009
ARQUITETURA ANTIGA.
A bela paisagem proporciona um bonito passeio e uma agradável aula de história e arquitetura medieval.
ALERTA GERAL

CAUSA E EFEITO
Quais as causas que mais fazem os idosos terem confusão mental?
Os três responsáveis mais comuns são diabetes, infecção urinária e desidratação.
Os idosos ficam em casa e, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos.
Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez.
A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo.
Pode causar confusão mental abrupta, variação de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos, angina, coma e até morte.
Não é brincadeira.
Ao nascermos, 90% do nosso corpo é constituído de água.
Na adolescência, isso cai para 70%, na fase adulta, para 60% e, na terceira idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água.
Isso faz parte do processo natural de envelhecimento.
Portanto, de saída, os idosos tem menor reserva hídrica.
Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água pois, os seus mecanismos de equilíbrio interno, não funcionam como antes.
Temos sensores de necessidade de água, em várias partes do organismo.
São eles que verificam a adequação do nível. Quando cai, aciona, automaticamente, um "alarme".
Pouca água significa menor quantidade de sangue, de oxigênio e de sais minerais em nossas artérias e veias.
Porisso, o corpo "pede" água.
A informação é passada ao cérebro e a gente sente sede e sai em busca de líquidos.
Nos idosos, esses mecanismos são menos eficientes.
A detecção de falta de água corporal e a percepção da sede ficam prejudicadas.
Alguns, ainda, devido a certas doenças, como a artrose, evitam movimentar-se até para ir tomar água.
Assim sendo, os idosos desidratam-se, facilmente, não apenas porque possuem reserva hídrica menor mas, também, porque percebem menos a falta de água em seu corpo.
Além disso, para a desidratação ser grave, eles não precisam de grandes perdas, como diarréias, vômitos ou exposição intensa ao sol.
Basta o dia estar quente e o verão, vem por aí ou, também, a umidade do ar baixar muito, como tem sido comum no inverno, perde-se mais água pela respiração e pelo suor.
Se não houver reposição adequada, é desidratação, na certa.
Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o organismo.
Porisso, ALERTE-SE.
Torne voluntário o hábito de beber líquidos.
Beba toda vez que houver uma oportunidade.
Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite.
Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam.
O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro.
Ofereça, constantemente, líquidos aos idosos.
Lembrem-lhes de que isso é vital.
Ao mesmo tempo, fique atento.
Ao perceber que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção.
É quase certo que, esses sintomas, sejam decorrentes de desidratação.
Líquido neles e rápido, para um serviço médico.
FONTE: USP
Colaboração Roberto Brasil rob.br@hotmail.com
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
FILOSOFIA - ESCOLÁSTICA.
A Filosofia que até então possuía traços marcadamente clássicos e helenísticos, sofreu influências da cultura judaica e cristã, a partir do século V, quando pensadores cristãos perceberam a necessidade de aprofundar uma fé que estava amadurecendo, em uma tentativa de harmonizá-la com as exigências do pensamento filosófico. Alguns temas que antes não faziam parte do universo do pensamento grego, tais como: Providência e Revelação Divina e Criação a partir do nada passaram a fazer parte de temáticas filosóficas. A Escolástica possui uma constante de natureza neoplatônica, que conciliava elementos da filosofia de Platão com valores de ordem espiritual, reinterpretadas pelo Ocidente cristão. E mesmo quando Tomás de Aquino introduz elementos da filosofia de Aristóteles no pensamento escolástico, esta constante neoplatônica ainda é presente.
Basicamente, a questão chave que vai atravessar todo o pensamento escolástico é a harmonização de duas esferas: a fé e a razão. O pensamento de Agostinho, mais conservador, defende uma subordinação maior da razão em relação à fé, por crer que esta venha restaurar a condição decaída da razão humana. Enquanto que a linha de Tomás de Aquino defende uma certa autonomia da razão na obtenção de respostas, por força da inovação do aristotelismo, apesar de em nenhum momento negar tal subordinação da razão à fé.
Além de Agostinho e Tomas de Aquino, já citados, tem seus nomes ligados à Escolástica: Anselmo de Cantuária, Alberto Magno, Robert Grosseteste, Roger Bacon, Boaventura de Bagnoreggio, Pedro Abelardo, Bernardo de Claraval, João Escoto Erígena, João Duns Scot, Jean Buridan e Nicole Oresme.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
FILOSOFIA - PATRÍSTICA.
Foram os padres da Igreja responsáveis por confirmar e defender a fé, a liturgia, a disciplina, criar os costumes e decidir os rumos da Igreja, ao longo dos sete primeiros séculos do Cristianismo. É a Patrística, basicamente, a filosofia responsável pelo elucidação progressiva dos dogmas cristãos e pelo que se chama hoje de Tradição Católica.
A divisão da Literatura Patrística é geralmente feita, mais didaticamente, da seguinte forma:
• Período Ante-Niceno - corresponde ao período anterior ao Concílio Ecumênico de Nicéia (324 d.C). Geralmente compreende os escritos surgidos entre o século I e início do IV século.
• Período Niceno - corresponde ao período entre os anos anteriores até alguns imediatamente posteriores ao Concilio Ecumênico de Nicéia (324 d.C). Geralmente compreende os escritos surgidos entre o início do IV século até o final deste.
• Período Pós-Niceno - corresponde ao período compreendido entre os V e VIII séculos.
sábado, 17 de outubro de 2009
POEMA.
Charles Fonseca
É com ele que me acho
Sem ele desapareço
Profundezas que mereço
Projeções com ele encaixo
Mas só no imaginário
Não ouso jamais dize-lo
A natureza por zelo
Clama a mim tão perdulário
Em não dizer com o falo
Em não falar tanto o medo
Por dizendo não mais tê-lo
E se o tendo mudo calo.
Fonte: www.charlesfonseca.blogspot.com
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Ninguém Sabe Coisa Alguma
Porque nós não sabemos, pois não? Toda a gente sabe. O que faz as coisas acontecerem da maneira que acontecem? O que está subjacente á anarquia da sequência dos acontecimentos, às incertezas, às contrariedades, à desunião, às irregularidades chocantes que definem os assuntos humanos? Ninguém sabe, professora Roux. «Toda a gente sabe» é a invocação do lugar-comum e o inimigo da banalização da experiência, e o que se torna tão insuportável é a solenidade e a noção da autoridade que as pessoas sentem quando exprimem o lugar-comum. O que nós sabemos é que, de um modo que não tem nada de lugar-comum, ninguém sabe coisa nenhuma. Não podemos saber nada. Mesmo as coisas que sabemos, não as sabemos. Intenção? Motivo? Consequência? Significado? É espantosa a quantidade de coisas que não sabemos. E mais espantoso ainda é o que passa por saber.
Philip Roth, in "A Mancha Humana"
http://www.citador.pt/cliv.php?op=7&author=20340&firstrec=0
FILOSOFIA
Eros é o próprio desejo da imortalidade.
Esta é a única imortalidade possível para o homem, tanto pelo corpo, quanto pela alma. No primeiro caso, a imortalidade, se produz pelo nascimento dos filhos, pela sucessão e substituição de um ser idoso por um outro ser juvenil. Entretanto por cima desta produção e desta imortalidade corporal, há as do segundo caso, segundo o espírito. Estas são próprias do homem que ama a beleza da alma, e que trabalha para produzir numa alma bela, que o tem seduzido, os rasgos da virtude e do dever. Desta maneira, o homem perpetua a sabedoria que na sua alma se alojava e assegura um tipo de imortalidade superior à primeira. Este é o homem verdadeiramente virtuoso, o filósofo, o verdadeiramente imortal.
Fonte:http://www.geocities.com/profestebanpolanco/eros.htm
REFLEXÃO FILOSÓFICA.
A reflexão filosófica, por sua vez, indaga: por quê?, o quê?, para quê?, dirigindo-se ao pensamento, aos seres humanos no ato da reflexão. São perguntas sobre a capacidade e a finalidade humanas para conhecer e agir.




