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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

CRISTIANISMO E FILOSOFIA PATRÍSTICA.

Agostinho de Hipona (354-430), de pai pagão e mãe cristã, nasceu em Tagaste, Numídia (África argelina). Retórico latino, de juventude tumultuada e simpático ao maniqueísmo e admirador do neoplatônico Plotino, lecionou em Cartago, Roma e finalmente em Milão. Aqui, aos 33 anos, se converteu ao cristianismo, quando retornou à então África latina. Fundou mosteiros. Finalmente foi Bispo de Hipona (no atual território da Argélia).
Ressentiu-se o pensamento de Agostinho da falta de seu conhecimento da língua grega, de cuja literatura leu em traduções. O toque humano e existencial tornaram seus livros apreciáveis, além do seu elan retórico.
Obras:
Cerca de 100 tratados de teologia e filosofia, de que alguns são de grande destaque na história da patrística latina.
Pertencem à literatura universal:
Confissões (Confessiones);
Cidade de Deus (De civitate Dei);
Do mestre (De magistro);
Solilóquios (Soliloquia);
Contra os acadêmicos (Contra academicos );
Da Trindade (De Trinitate);
Retratações (Retractationes);
Da vida feliz (De beata vita);
Da ordem (De ordine);
Da imortalidade da alma (De immortalitate animae);
Da quantidade da alma (De quantitate animae);
Da música (De musica);
Da verdadeira religião (De vera religione).

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OBRA DE ARTE

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Amores na bela Capital Catarinense.